Quando eu era criança a vida tinha outras cores
As frutas tinham outros sabores.
Eu vivia e sentia muitos amores.
E ao invés de tentar entender eu só admirava as flores.
È mas a vida me fez crescer.
Me obrigo a escolher.
Um caminho que eu preferia nem conhecer.
Hoje sou adulto
Tenho um emprego que me tratam como um bruto.
Um lugar onde sou mais um numero na multidão.
Que se curva a um sistema de escravidão.
Hoje meu dinheiro diz quem sou.
E a hipocrisia critica aquilo que a sociedade me tornou.
Somos todos modernos.
Quando agimos como robôs alienados.
È assim somos todos ao inves de escravos “descolados”.
È meus filhos um dia terão orgulho.
Quando ao invés de ouvirem pássaros cantando .
Escutaram apenas o barulho.
De mães e viizinhos passnado fome tiverem ali na janela chorando.
Mas tudo bem.
Não importa o que penso se tenho dinheiro pra comprar alguém.
Que não se importa em ser de ninguém.
Ja que meu dinehiro lhe traz status.
E um sorriso e parte de corpos que não são seus.
È tudo isso pra mim
Hoje tem fim
afinal de contas me tiraram deste pasto onde eu como seu capim.
Hoje nego a cruz e todo sacrificio do meu senho.r
Pois os "caras" la de cima ; do alto do arranha céu;comemoram meu sacrifício em todos eu esplendor.
afinal de contas é meu dinheiro e sacrifico que laimentam a boca desce engandor.
Pois hoje como se fosse mais uma cabeça de gado.
Fui sacrificado.
Pra eles enfeitarem o parachoque do seu carro importado.
È todos reclamam de estarem sozinhos.
Mas ninguém deixa eu dizer o que sinto
pois meus sentimentos.
E tudo que guardo dentro do meu peito.
Não tem valor nesse mundo perfeito.
Onde todos somos apenas uma nota de dinheiro
Que move o mundo inteiro.
Nas mãos do próximo lixeiro
È o amor hoje se torno um adjetivo de fortuna.
È a família bem não acharam nada
Que rime com dinheiro ainda.