Partiram as ondas sombrias à noite.
Enquanto que as estrelas fugiam aos olhos do navegante.
E ludibriavam o solitário almirante.
Que buscava na maresia o perfume da dama da noite.
Que assombra suas memórias.
Como o canto das sereias.
Que arrebatam ao fundo do mar o solitário viajante.
Que naufragava puxado pelas ilusões do mar
De mentiras que só ele poderia escutar.
E de esperanças que um dia prometeram lhe guiar.
E enquanto a vida vai desaparecendo.
Perante as vistas do marinheiro que perderam nas tristes
verdades do mundo.
Suas lembranças são tudo que restaram nas fotografias
Que sobreviveram sozinhas.
A sua ultima grande navegação.
Pelos mares que encerram sua paixão.
Autor: Alberto Correa de Matos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário