domingo, 29 de abril de 2012

Inverno e o meu coração


Perdoe-me coração por ter deixado a saudade contigo ai no peito.
É que quando o amor saiu de dentro dele ficou vazio tão aberto.
Ainda mais depois de não ter quem queria perto.

A coração deixa a saudade ate o fim do inverno.
Se aquece nas lembranças que deixou em meu rosto o sorriso de menino.
Aproveita isso enquanto é inverno e junta cada pedacinho.
Vai colando e ajeitando um cantinho.
Pois quem sabe na primavera acontece que nem com os passarinhos.
O amor retorna pra junto da gente e enfeita nosso ninho ?

Autor:Alberto Correa de Matos

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Atitudes e as pessoas.


Quando necessitam de palavras doces.
As pessoas não lhe cobram por suas próprias atitudes.
Elas as sentem em suas ações.

Num gesto de carinho.
Num abraço envergonhado meio escondidinho.
De quem tenta amenizar as catástrofes desse mundinho.
Que Você criou pra seguir em seu caminho.

As vezes esquecemo que atitudes .
São mais que ações.
Que pra terem valor tem de brotar de nossas emoções.

Que não podemos.
Nem devemos.
Esconder nossos sentimentos.
Mas infelizmente nesse mundo de meninos engravatados.
E meninas de corações vazios.
Sentimentos são brinquedos
E corações vidros despeçados.

Quem sabe um dia
As pessoas vivam com mais alegria
e menos desculpas pra serem feliz e humanas.
E não como copias de suas maquinas.

Pois as maquinas não mentem.
E como muitos dos homens são programadas e por trás de suas verdade se escondem.
Afinal robôs não sentem.
E tal como seus computadores quando não querem.
Simplesmente não entendem.





Autor : Alberto Correa de Matos

quinta-feira, 5 de abril de 2012

A evolução.

Quando o encanto pelo seu passado desapareceu.
Alguma coisa dentro de você reapareceu.
A alegria que exuberante surgia no fundo daquele olhar
Que havia a tantas luas sem motivos parado de brilhar.
A voz que desafinava em tom de tempestade quando nublados seus olhos se derramavam até soluçar.

É alguma coisa mudou.
Na postura de quem por anos se curvou.
As pernas que antes tímidas se arrastavam.
Hoje exuberantes se mostravam.
Enquanto sobre a nuvem caminhavam.
Sobre o Céu saltitavam.
Sobre o colo de minha alma repousavam.

Tinha Razão
Quando aprendeu que sem perdão
Não a sentido em dizer que se tem um coração.

Coração ? músculo que bombeia seu sangue no peito ?
Ou morada de Deus dentro do homem feito dos mais puros sentimentos.
O amor responsável pelas maiores revoluções ou o arquiteto e mentor dos grandes feitos ?

É como você cresceu.
Como você evoluiu
Como você se humanizou
Como em toda sua liberdade
Tolamente se escraviza de novo em sua falsa moralidade.
Minha querida humanidade.

Autor: Alberto Correa de Matos