É chegada a hora dos tempos.
E nos quatro cantos.
A terra se abrira em terremotos.
O ar varrera desertos com tornados.
A água marchara sobre os continentes.
E montanhas em fúria devorarão
as cidades.
Enquanto que os gritos que virão de todas partes.
Não serão entendidos pelos hereges.
O fogo vai derreter castelos.
Fundir anjos dos destroços.
E os gigantes de metal profanos.
Se voltarão contra os humanos.
A lua ficou dourada.
Das nuvens que descia a neve prateada.
Surgiriam as vozes celestes que jazia trancafiada.
Em algum lugar entre o templo dos homens e sua origem
manipulada.
Autor:Alberto Correa de Matos