quinta-feira, 21 de abril de 2016

Roseiras do inverno.


Roseiras.
Também sentem saudade das rosas.
Praças.
Também podem ser vazias.


Sombras.
Também podem ser pessoas.
Lagrimas.
Não precisam ser correspondidas.


Promessas.
Podem ser esquecidas.
Primaveras.
Também podem contar as horas.


Carinho.
Não apaga as cicatrizes que causam um espinho.
Sozinho.
É como se desfaz mais um coração por esse caminho.


Autor: Alberto Correa de Matos.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Noite de saudade.


Espere!  saudade.
Que ainda tenho que encontrar.
Minha metade.

Espere !  saudade.
Que o tempo está tentando  nos alcançar.
Vocês me deixaram sozinho nessa tempestade.

Espere!  saudade.
Agora tenho essas lágrimas pra disfarçar.
Por entre as sombras das luzes na cidade.


Desculpe-me... saudade.
Não encontrei uma estrela para amar.
E  agora pra mim já  é muito tarde.

Saudade.

Autor:Alberto Correa de Matos