quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Vagando





Sigo trilhando meus caminhos
Em uma rotina de desencontros
Sigo vagando
Sem saber o que estou buscando.

As vezes isso [e que me lembra que tenho que sorrir.
Pois a vida não me perdoara ,se perceberem que sou capaz de sentir .
Muito menos terá quem me diga pra levantar se eu cair.

A mas o mundo da voltas
E da rumo as palavras
E sentido as vidas
Então por que não deu sentido a minha ?
Já que minha alma segue sozinha.

Sou um cigano errante
Que vem de uma terra distante
De gente que precisa ser forte
Pois só reconhece na felicidade que leva aos outros sua própria sorte.

A Meu Deus olha pra mim
Não me deixe pro fim
Não me rengue ao destino do Beija flor
Que por mais que beije a flor
Nunca tem seu amor

Por favor me permita senhor
Encontrar um fim pra essa dor
Um significado pro dias e quem sabe um pouquinho de cor ?





segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Esse sou eu.




Sigo em ruas que perderam a cor
Em meio a pessoas pra quem não tenho valor.
Sou apenas mais um sínico namorador.
Que age como se fosse um impostor.
Mais um poeta que desacreditou do amor.

Me apontam o dedo e não ouço suas palavras.
Abafadas pela minha tempestade de magoas
As ruas inundam com a mentira e a corrupção
A minha bandeira queima caída ao chão.
Pois meu mundo se tornou um resumo de alguma novela na televisão.

Talvez alguns achem que sou louco
Pra outros eu talvez seja tão pouco
Mas nenhum deles entende como eu a solidão
Nenhum deles vê como aos poucos morre meu coração.
E como minha alma tá sem direção.

Hipócritas batem a minha porta
Com promessas
E pose de um falso messias.
A cada 4 anos me parecem pessoas conhecidas.
Que encenam se importar
com o jeito que tá e aonde vai dar ?
Quando sera que elas vão parar ?

Dezenas me magoaram já com sua ingratidão.
Mas meu sou maior e a eles dou o meu perdão.
Não escondo o quanto já chorei.
Palavras que disse e aquilo no que errei.
Mas mesmo sozinho e sem mascaras seguirei.
Pois quando bater o sol se por com a minha felicidade sonharei.


E assim eu sobrevivo
Das minhas esperanças cativo .
Do meus tormentos sendo escravizado pelos meus sentimentos.

Hoje se eu passar nenhum de vocês vai notar
Vão virar a cara e me ignorar.
Alguns vão rir e até apontar.

Mas a aqueles que se orgulham de me fazer chorar.
De me ignorar
E aos muitos que preferem apenas me julgar.

Por causa de vocês não vou mudar.
Sei que as vidas aonde eu passo as lagrimas param de rolar.
Que os sonhos vão se realizar.
Pois a aqueles que não podem ser felizes talvez nem se apaixonar.
Mas deixam tudo que lhes falta na vida que eles puderem tocar.

Autor:Alberto Correa de Matos