O amanhã é um desconhecido.
Quando as palavras se tornam vazias.
As atitudes sem sentido.
E as emoções mortas.
O Futuro se torna um estranho.
Quando os sorrisos se tornam falsos.
As pessoas enfeites do caminho.
Que me revela que não posso confiar nos meus olhos.
Na simplicidade e infantilidade.
De versos e parágrafos desconexos.
Não expresso minhas revoltas
nem meus princípios.
Apenas atesto minha passividade
A frente daqueles que usurpam
E matam os meus direitos.
De cidadão.
Que estuprando, e roubando a ordem e progresso da minha constituição.
Martelam a cada dia um prego diferente no meu caixão.
Autor:Alberto Correa De Matos
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