A vida é feita de atos
E somos todos atores interpretando momentos.
Sejam eles épicos gloriosos.
Ou Dramáticos fracassos.
O importante é que são essas peças.
De roteiros improvisados por deliciosas memórias.
Aplaudido de um camarote por verdades dolorosas.
E Criticado nas ruas por sórdidas mentiras.
Estrelado por mais um peito fracassado.
Que se ilude e bate confiante que este desenganado.
Espera pelo final triunfante e desconsolado.
Ardendo sobre um falso sorriso frustrado.
E toda plateia ignorante começou a se silenciar.
Depois que num ato final antes da cortina baixar.
Num grito de dor de fazer o teatro todo balançar.
Ali a dor de um coração que não pode mais sonhar.
Pois se deu conta que é tarde demais pra ele amar.
E não terá uma ultima vez a sua menina pra beijar.
Pois já é tarde demais pra acordar.
Autor: Alberto Correa de Matos
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