Iara ,me conte dos
segredos.
Que escondeu nos teus cantos.
A ponto de fazer tantos marinheiros.
Trocarem suas vidas por teus ensaios melancólicos.
Iara ,Carregue-me na
frieza de teus braços.
Para dentro dos mistérios dos rios.
E ensina-me a amar como os botos.
Além dos mitos e medos humanos.
Iara, tantos já julgaram sua maldade.
Como se a humanidade.
Tivesse ainda bom senso e capacidade.
De definir na realidade o sentido da bondade.
Iara.Vamos compartilhar da verdade em Silêncio.
Aguardando o momento em que meu coração vazio.
Largara de mão sua arrogância como um prenuncio.
Da paz que o aguarda no leito do rio.
Autor:Alberto Correa de Matos