sexta-feira, 22 de maio de 2015

Desilusão


Quando eu deixar de acreditar.
Nas tuas mentiras e para de me enganar.
Vou conseguir dominar.
essa ira e esse rancor que me obrigavam a chorar.

Quando eu deixar de procurar.
Um sorriso para ter um motivo para me lembrar.
De todas promessas que fiz de te amar.
Jogadas ao vento e enterradas ao luar.

Quando eu deixar de me importar.
Com todas as feridas que me fazem sangrar.
Juntarei  essas pedras jogadas pra me magoar.
E erguerei um castelo pro nosso amor um dia se refugiar.

Quando eu deixar de te perdoar.
Meu coração vai navegar.
Pra alem do horizonte na linha do mar.
Para em outros amores poder ancorar.


Autor:Alberto Correa de Matos

Hipocrisia



Adeus , para minha superstição.
De que se escutasse meu coração.
Encontraria paz nos braços  da minha paixão.
Doce ilusão.

Me enganei em confiar em sorrisos.
E em  abraços falsos.
Desses Vampiros,  sem sonhos.
Que só sabem  invejar a felicidade dos outros.

Sei que não entendo nada  da vida.
Que sou uma lembrança descartada.
Em alguma foto perdida.
Num álbum de fotografia dessa gente fingida,tingida,iludida.

Mas ainda tenho minhas palavras.
Um dom que não é dado as princesas.
Pois bijuterias.
Não aprendem a ler almas.


Autor:Alberto Correa de Matos

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Amares virtuum.


Amar é um verbo do passado
Que hoje é confundido.
Com o verbo dominar  conjugado.
No tempo verbal de estar apaixonado.

Amor é um mito esquecido.
Que hoje não tem sentido.
Apenas um culpado.
Acreditar que sua felicidade, depende do outro ao teu lado.

Amar  se tornou  um quadro apagado.
 Pois cada vez mais esta esquecido.
seu verdadeiro sentido.
Precisa ser novamente ensinado,desvendado.

Amar não é sofrer.
É ter a humildade de reconhecer.
Que todos devemos aprender.
As diferentes banalidades entre ter e ser.


Autor:Alberto Correa de Matos