Adeus , para minha superstição.
De que se escutasse meu coração.
Encontraria paz nos braços da minha paixão.
Doce ilusão.
Me enganei em confiar em sorrisos.
E em abraços falsos.
Desses Vampiros, sem sonhos.
Que só sabem invejar
a felicidade dos outros.
Sei que não entendo nada da vida.
Que sou uma lembrança descartada.
Em alguma foto perdida.
Num álbum de fotografia dessa gente fingida,tingida,iludida.
Mas ainda tenho minhas
palavras.
Um dom que não é dado as princesas.
Pois bijuterias.
Não aprendem a ler almas.
Autor:Alberto Correa de Matos
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