Não adianta me enganar.
Que exista alguém em algum lugar.
A me procurar.
Pois as pessoas certas,tem o tempo certo pra chegar.
Vou parar de reclamar.
Pois o tempo não costuma segurar.
As mãos de quem ao
invés de mudar.
Perca tempo se dispondo a chorar.
Pois são as chuvas e não nossas lagrimas.
Que irão alimentar o mar.
Pois não são as ondas.
Mas nossas pernas que fazem a terra girar.
Chorei, chorei, chorei até me afogar.
Gritei,gritei,gritei sem ninguém se importar.
Resolvi então parar.
E deixar o tempo das marés me guiar.
Autor: Alberto Correa de Matos