quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Sonhos esquecidos.



Meus sonhos esquecidos.
Alimentam o mar com meus mistérios.
Enquanto meus olhos desacreditados.
Brilham desiludidos.

Algumas lembranças suas.
Que ainda confundem minhas escolhas.
Enquanto algumas esperanças perdidas.
Me fazem retornar as nossas tantas despedidas.

Enquanto vou vivendo sem conhecer teu amor.
Vão brotando rosas negras em meu peito dessa dor.
E as flores dessas cicatrizes repletas de rancor.
Fazem eu aceitar que a solidão para mim talvez seja melhor.

E sem nossas promessas ao entardecer.
Sinto seu nome como uma brisa na cidade desaparecer.
Obrigado minha lua morena por me esquecer.
Enquanto o frio da madrugada vem me acolher.

Autor: Alberto Correa de Matos



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