Precisei aprender a deixar as flores murcharem.
Pois quando chega a hora delas partirem.
É por que já não precisam mais colorirem.
Os frutos e os amores das sementes que não vingarem.
Logo eu precisava tanto te abraçar.
Delirar.
Ser como a chuva e o vento para te tocar.
Amar.
E quando a noite eu tento te encontrar.
Meu pensamento sabe aonde te procurar.
Em qual jardim ir te buscar.
Antes das flores começarem a murchar.
Mas quando eu deixo de sonhar.
Meu amor começa a me abandonar.
Enquanto só me restar chorar.
Eu sei que sempre
terei a solidão para me consolar.
Autor: Alberto Correa de Matos
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