Fecho os meus olhos.
Para lembrar dos teus sorrisos.
Mas acabo me perdendo por cantos escuros.
Aonde ainda resistem alguns sentimentos.
Parece que construíram muros.
Aonde existiam sonhos.
Como se fossem obstáculos.
Tomando conta dos meus caminhos.
Assim vou me perdendo dos teus braços.
Sendo tragado pelos anjos caídos.
Que se alimentam dos meus fracassos.
E devoram meu coração em pedaços.
A cada novo amor fracassado.
A cada novo amigo perdido.
A cada nova dor que vai surgindo.
Me pergunto quando vão brotar as flores que haviam me prometido?
Autor : Alberto Correa de Matos
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