O sentido árido do meu coração.
É uma profunda reflexão.
Da minha transformação.
De poeira em constelação.
Uma aflita lamentação.
Ardente como estrelas em transmutação.
Se esfarelando pelo chão.
Obscurecido pela noite e sua imensidão.
Sem nenhuma direção.
O deserto de minha alma.
Ascende da lama.
Uma luz que me carrega da cama.
Para as trevas da solidão...com sublime calma.
Afago assim meu universo interior.
Retribuindo a vida que acontece em meu exterior.
Todo o amor.
Que couberem nas minhas asas de condor.
Autor: Alberto Correa de Matos