Foi em rever você morena.
Que meu coração pode sentir.
A saudade ficar pequena.
E contigo perceber que o amor
nos faz sorrir.
Maravilhas que pareciam ocultas.
Nas presenças de crianças
pequenas.
Que encontram a felicidade em
cantigas de rodas.
Que parecem encenar toda ternura e inocência de
nossas lembranças.
E como um casal de adolescentes.
Que entre brigas e intrigas descobrem
se perdido de amores.
Em meio suas idas e voltas em
uma praça de declarações sorridentes.
Mascarando as tristezas da
vida a dois em alegres verdades.
Como a responsabilidades da
vida adulta.
Acreditando que o amor já morreu.
Esquecendo que todas as
coisas que um dia viveu.
E que a flor que permanecia no
pé sempre foi a mais bonita.
E assim partindo na sua
velhice de quem muito viveu.
Adormece nos braços da amada
que o escolheu.
Lembrando-se dos sonhos de
menino que perdeu.
Dos amores de adolescente que
nunca esqueceu.
Das festas adultas que
escondeu.
Da noite em que adormeceu.
E junto de sua amada em
outros campos amanheceu.
Autor: Alberto Correa de
Matos
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