sábado, 27 de abril de 2013

Santa morena.




Vivia numa selva de pedras
Perdido em  um vasto sertão de promessas
Vagando por um rio seco de amarguras.
Em um cavalo sem rédeas.

Ate que chegou o período de cheias.
E junto dele sentimentos e esperanças.
Trazidos por uma santa que me fazia acreditar.
Que era possível amar.

A se você soubesse santa como admiro sua ternura.
 E como não ter você em meus braços é uma tortura.
Ainda mais pro meu  coração que só sabe te procurar.
Em todo luar como se na barra do céu fossemos nos encontrar.

Mas Deus é generoso.
E sei que se me mantiver esperançoso.
Ei de ser uma estrela sempre a brilhar.
No fim das noites somente pra te venerar.

Autor : Alberto Correa de Matos

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