Na distância das ondas do mar.
Navego com o destino sob o horizonte ao luar.
Na direção que os sussurros conseguirem me guiar.
Procurando por um porto seguro aonde eu possa sonhar.
Em meio às tormentas que destroem meus pensamentos.
Navego sem pretensão pelos destroços desses caminhos.
Que já foram por outros corações desbravados.
E conquistados novamente por novos preconceitos.
Que prenderam os corações dos orgulhosos.
Ao fundo de seus abismos Internos.
Aonde fúnebres desejos devoram os sentimentos mais audaciosos.
Como as sereias famintas aos mais corajosos marinheiros.
Cuidado com o perfume que ronda as roseiras.
Sob a prata do reflexo da lua nas varandas
Que avisto da proa das fragatas.
Podem ser delírios acerca do fim dos meus dias.
Ou apenas mais uma reflexão sobre a fragilidade de minhas
certezas.
Autor:Alberto Correa de Matos
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