domingo, 17 de novembro de 2013

Destinos distantes




Meus olhos no tom de tranquilos castanhos.
Deslumbram os teus distante morenos.
Da mesma forma que o tempo e os ventos.
Não tocam os pessegueiros.

Era o mundo que girava num novo sentido.
Era Como se eu estivesse numa ampulheta ilhado.
Diante do seu olhar isolado.
Como se fosse um naufrago esquecido.

Era como se o tempo fosse traduzido em perfumes
E a realidade partisse as flores.
Como se fossem falsas sensações de antigas felicidades.
Em meio ao mundo de nossas disparidades.

Fiquei estático vendo a paixão passar.
E me derrubar.
Mas o pior em cair e levantar.
Foi saber que você talvez jamais ira me encontrar.


Autor:Alberto Correa de Matos
s

Nenhum comentário:

Postar um comentário