Sem conseguir entender.
Que precisava junto do tempo correr.
Achava que teria o poder.
De lhe fazer parar de sofrer.
Sem mais sentir ou temer.
As injustiças que durante o amanhecer.
Escondiam as cicatrizes que me faziam adormecer.
Sobre as cinzas do meu tempo que o progresso faziam
desaparecer.
Venham diante das forças do tempo me resgatar.
Antes das mentiras terminarem de me apagar.
Pra sem motivos nenhum conseguirem justificar.
A ganância daqueles que não me deixaram mais cantar.
Pois peço que perdoem meu rancor.
Contra seu dinheiro e sua falta de amor.
Mas esse seu mundo todo cinza nobre empreendedor.
Jamais será mais feliz que o meu escrito com lápis de cor.
Autor: Alberto Correa de Matos
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