Primeiro surgiram às vacarias.
Que domaram nossas vidas.
Como promessas incertas.
Necessárias aos infames e suas verdades perdidas.
Arando os campos de cima desses caminhos.
Que as mulas e o peito serrano abertos.
Pareciam entrincheirados e incertos.
Hoje resumidos as linhas de alguns livros.
O sentido daqueles feitos passados.
Cada vez mais pelo presente são apagados.
E nos museus do progresso esquecidos.
Senhores de marcos sem destinos vendidos.
Veja bem; não deixamos
tesouros aos nossos herdeiros.
Carregados de ferimentos e ressentimentos.
Apenas semeamos.
As flores nos horizontes de vossos destinos.
Autor: Alberto Correa de Matos
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