A vida em seus
encontros.
Quando a vida encontra janelas.
E os olhos encontram se com as almas.
Dobrando o tempo dos passos das pessoas nas ruas.
É a saudade transpondo a distancia das cartas.
Quando a vida desce acalentada as escadas.
É pra dançar sobre as loucuras.
Que se embriagaram com as mentiras.
Que transbordam as taças das juras quebradas.
Quando a vida perde suas rosas.
Planta as margens das lembranças novas esperanças.
Pois a única certeza depois de tantas flores perdidas.
É que retornarão um dia mais lindas, em outras primaveras.
Quando a vida encontra com o tempo.
Não lamenta os lírios que deixaram de cobrir o campo.
Não lamenta o vinho que secou no copo.
Apenas agradece por ter existido um tempo.
Autor: Alberto Correa de Matos
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