Caminho dividindo meus dias com monstros.
Que barbarizam com meus planos.
Consomem meus projetos.
E aplaudem, com muito orgulho, meus fracassos.
Pois bem continuem engordando os escravos
À custa dos meus sonhos.
Pois quando caírem como trigo diante dos moinhos.
Seus feitos serão triturados e seus nomes... apagados.
Medíocres como os ratos.
Ficam felizes com os restos.
Dos corações que caem nas calçadas desiludidos.
Sendo pisoteados, por seus fantoches encerrando seus turnos.
Sorria, sorria!Chegou à sua nuvem de gafanhotos.
E os mortos já se levantam saudosos de seus túmulos.
Mas não tenha medo dessas trevas que se erguem dos
escombros.
Elas só pegarão as raposas que caírem dos muros.
Autor: Alberto Correa de Matos
Estava precisando ler um poema assim
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