Se ainda acredito?
Ainda acredito em mandar flores.
Para quem sabe reconhecer as poucas verdades.
Que existem naquela troca sem cobrança de olhares.
Entre dois corações.
Sou mesmo muito antiquado.
Pois meu coração busca aquele amor do passado.
Que o que valia era quem tava do seu lado.
E não quantos comentários ele renderia até o sábado.
Amo o suficiente pra caber num retrato.
Sem ter que esconder meu rosto.
Preocupado pelo que vai pensar o resto.
Pois amor de verdade não rende títulos, pois não requer
reconhecimento.
Não entendo por que banalizaram o amor.
Ridiculamente o ligando a dor.
Deve ser culpa de algum falso poeta sofredor
Que se esqueceu de seu papel como sonhador.
Autor: Alberto Correa de Matos
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