quinta-feira, 19 de março de 2015

Saudade, saudade.


Saudade.
Ingrata que roubou a minha liberdade.
De vagar boêmio pelas ruas da cidade.
Atrás daquele único suspiro de felicidade.

Saudade.
Daquela minha metade.
Que nem se despediu de mim e por uma fatalidade.
Me trocou pela imensidão da eternidade.

Saudade.
Por que tanta maldade ?
Me mostra tua sensibilidade.
E por favor desapareça... por piedade !

Saudade.
Resgata  meu coração das cadeias da simplicidade .
E como ultimo apelo a sua bondade.
Me leva pra junto do meu anjo para além da eternidade.


Autor:Alberto Correa de Matos

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