Então onde estão as promessas ?
Talvez tenham se perdido
entre as pessoas.
Que vagam entre nossas histórias.
E nossas janelas.
Cadê a nossa felicidade ?
Escorre pelos bueiros da cidade.
Nas gotas de uma era de Liberdade.
Nos brilhos de nossos
olhos que hoje apenas refletem saudade.
Quando foi que conseguimos aceitar, que deu tudo errado ?
Sozinho com o vento sigo
remando.
Em busca do fim do mundo.
Mas não a pedra que caia em que, eu não acabe te
reencontrando.
Ainda devo acreditar ?
Que o tempo pode curar.
A dor e a fadiga em relembrar.
De todos os segundos que te amar faziam o tempo parar.
Autor: Alberto Correa de Matos
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