quinta-feira, 5 de março de 2015

Fadigar ato 1



Então onde estão as promessas ?
Talvez  tenham se perdido entre as pessoas.
Que vagam entre nossas histórias.
E nossas janelas.

Cadê a nossa  felicidade ?
Escorre pelos bueiros da cidade.
Nas gotas de uma era de Liberdade.
Nos  brilhos de nossos olhos  que  hoje apenas refletem  saudade.

Quando foi que conseguimos  aceitar,  que deu tudo errado ?
Sozinho com  o vento sigo  remando.
Em busca do fim do mundo.
Mas não a pedra que caia em que, eu não acabe te reencontrando.

Ainda devo acreditar ?
Que o tempo pode curar.
A dor e a fadiga em relembrar.
De todos os segundos que te amar faziam o tempo parar.


Autor: Alberto Correa de Matos

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