sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Proibido.


Entrego rosas para os corvos.
Por que não me iludo com sonhos.
Só resisto pra contar os segundos.
Que faltam para nossos últimos momentos.

Vamos brindar com sorrisos falsos.
Nossos últimos abraços.
E Com o perfume da fumaça dos carros.
Apagar os erros de nossos  corações  embriagados.

Eu sei o peso de nossos erros
E que outros olhos.
Amanheceram  cansados.
De esperar pelos nossos olhares dissimulados.

Ele acordo com você nos braços.
Ela acordou com meus carinhos.
Mas somente nos dois sabemos.
O calor daquele  amor proibido em nossos lábios.


Autor:Alberto Correa de Matos

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