A vida tem sabor de desilusão.
Para o poeta que amarga à solidão.
Das palavras que brindam com escuridão.
A lua cheia em seu coração.
Transbordando nos olhos.
As dores dos sentimentos.
Que varreram pra longe os bons momentos.
E como nuvens da ribalta, ocultaram seus desejos.
Afogando na garganta.
As expectativas que deixam a porta aberta.
Esperando noticias ,ou, quem sabe uma carta.
Que anuncie que sua inspiração um dia vai volta.
Enquanto o mar o coloca para dormir.
O tempo fazia seu castelo se partir.
Pois para quem desaprendeu a sorrir.
Só resta esperar a profecia de seus dias se cumprir.
Autor: Alberto Correa de Matos
Nenhum comentário:
Postar um comentário