Eu sinto como se esses muros gelados.
Fossem portas de vidro separando nossos mundos.
E tudo que me restou são meus planos.
E as nuvens que cobrem seus sorrisos.
Talvez você não entenda meus sentimentos.
Quando tento encontrar em seus olhos.
Aonde eu me encaixo nos seus pensamentos.
Será que algum dia nos entenderemos?
Eu tento esconder minha frustação.
Toda vez que me pego acreditando nessa ilusão.
De que somos estrelas de uma mesma constelação
Mas na verdade não pertencemos nem a mesma dimensão.
Talvez eu devesse acreditar.
Que em algum momento vão te iluminar.
E no meio da multidão vai me notar.
Antes da primavera terminar.
Autor: Alberto Correa de Matos
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