Meus gritos sempre tão silenciosos.
Sempre tão desesperados.
Por que você não me toma nos teus braços?
E acalma esses meus sentimentos tão aflitos.
Sempre tão desesperados.
Por que você não me toma nos teus braços?
E acalma esses meus sentimentos tão aflitos.
Meus olhos sempre tão ansiosos.
Sempre caçando seus sorrisos.
Por que todas noites você invade meus pensamentos?
Se não tem intenção de roubar meus beijos.
Sempre caçando seus sorrisos.
Por que todas noites você invade meus pensamentos?
Se não tem intenção de roubar meus beijos.
Meus gestos tímidos são elogios velados.
Sempre tentando alcançar seus ouvidos.
Por que você não grita o que sentem seus lábios?
Quando enxergam os meus distantes e desorientados.
Sempre tentando alcançar seus ouvidos.
Por que você não grita o que sentem seus lábios?
Quando enxergam os meus distantes e desorientados.
Meus medos desaparecem no brilho dos teus olhos.
Sempre inocentes diante dos meus tumultuados.
Por que você não junta de uma vez nossos mundos?
E deixa o tempo decidir o que será de nossos destinos.
Sempre inocentes diante dos meus tumultuados.
Por que você não junta de uma vez nossos mundos?
E deixa o tempo decidir o que será de nossos destinos.
Autor: Alberto Correa de Matos
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