Quantas folhas secas...
Quantas flores mortas...
Te procuro além das vidraças quebradas.
A milhas e milhas das nossas gargalhadas.
E essa saudade, surge como um sentimento.
Em que náufrago no meu peito.
Toda vez que chego perto.
Das lembranças que guardo junto da sua foto.
Quem diria que ficariam confinados.
Em um porta-retratos.
Todos nossos planos e sonhos.
Frustrados.
Quem sabe um dia você sinta minha falta.
Quem sabe um dia a vontade de me ver traz você de volta.
Quem sabe um dia sua saudade bate a minha porta.
Quem sabe até esse dia ela ainda esteja aberta.
Autor: Alberto Correa de Matos
Nenhum comentário:
Postar um comentário