Se nesse bosque em que perdi meu coração.
Um anjo me roubasse da solidão.
E me perdesse sobre os campos distantes da consolação.
Rodeado por flores iluminadas de gratidão.
Eu vagaria sendo acolhido pelas flores.
Semeando a esperança de novos amores.
Trocando as cicatrizes, de antigas lamentações.
Pela suavidade de novos sorrisos doces.
Se essa paz repentina que suas asas me deram.
Pudessem se derramar aonde as guerras não nos alcançam.
E os homens não brigam.
Certamente teríamos ruas, aonde as crianças brincam.
E as mães não choram.
Anjo iluminado que enfeitou meus dias com pedrinhas de
brilhantes.
E que hoje bate suas asas de mim, já tão distantes.
Daqueles nossos dias saudosos de tão felizes.
Que eu guardo apenas em minhas recordações.
Saiba que aonde estiver, te quero muito bem.
Obrigado.
Autor: Alberto Correa de Matos
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