Me fale sobre suas previsões.
Enquanto colhe emoções.
Do orvalho da manhã sobre as flores.
Me conte de suas esperanças.
Enquanto sorri para as crianças.
Que te sopram do
portão das escolas.
Me diga a sua receita.
De abraçar gente corrupta.
Com a mesma alegria de quem é honesta.
Me ensina a caminhar sozinho.
A se doar para o mundo todo meu carinho.
Mesmo sem existirem corações no caminho.
Me chora toda sua dor.
Com o mesmo fervor.
Do menino que sempre acreditou no amor.
Me aceita sem ironia com
meus defeitos.
Diante de todos esses passos sozinhos.
Que um dia quem sabe aprendo o caminho dos teus braços.
Autor: Alberto Correa de Matos
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