Já abracei
palavras.
Confusas.
Que vagavam
desencontradas.
Por ruas e
encruzilhadas.
Já afaguei
promessas.
Mentiras.
Que se escondiam
envergonhadas.
Debaixo de lábios,
regados por lágrimas.
Já toquei alianças.
Enferrujadas.
Que já não
guardavam mais belas lembranças.
Mas o que havia
restado de antigas e novas despedidas.
Já curei pessoas.
Peçonhentas.
Que só precisavam
ser compreendidas, amadas.
Mas jamais encontrei com um sorriso, que realmente aceita-se as minhas rosas.
Autor: Alberto
Correa de Matos
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