Sempre sou eu contra
o mundo.
Incompreendido.
Sempre errado.
Sempre ignorado.
Sempre sou
esquecido.
Descartado.
Sempre a sombra do
lado.
Proibido de ser
tocado.
Sempre sendo
oprimido e sufocado.
Sempre estou
perdido.
Apagado.
Por nunca ter
aceitado.
Que merecia tudo
pelo que havia chorado e sofrido.
Sempre estarei
errado.
Por ter me
preocupado.
Por ter sentido.
Existido.
Talvez eu devesse
ter desaparecido.
Desbotado.
Como as cores das
últimas primaveras que já haviam partido.
Desistido.
Autor: Alberto
Correa de Matos
Nenhum comentário:
Postar um comentário