Um final poético.
Para um coração patético.
É um beijo sínico.
Em um abraço solto e opaco.
Um amor cinzento.
Desacreditado.
Por um olhar seco e desbotado.
Em frente a um outro marejado.
Uma pessoa que sentia sozinha.
Uma outra pessoa que não tinha.
Uma pessoa que tinha.
Uma outra pessoa que se iludiu sozinha.
Uma pessoa que não amava.
Apenas pisava e rejeitava.
Sobre os sentimentos de uma pessoa que a admirava.
Por que simplesmente não se importava.
Com aquele coração que por ela chorava.
Autor: Alberto Corrêa de Matos
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