domingo, 30 de dezembro de 2012

Margarida.



Dessa vez  como  o destino se perdeu.
Lhe colocou num caminho que não  escolheu.
Presente do tempo que passou.

Junto da grama  no jardim seu ultimo sorriso repousa .
As dores e amores que vistes entrar e sair daquela casa.
Se perguntando se poderia  um dia voltar.
Sem saber se ainda lhe restava uma ultima noite naquele lugar.

Mas não teve tempo de descobrir.
pois alguem sem coração resolveu te ferir.
Você gritou mas ninguem pode te ouvir.
Talvez eles mesmos tenham sorrido ao te ver cair.

Mas não fique tristes
Nem se preocupe em saber se fizeste eles felizes.
Pois todas flores.

Um dia tem que partir.
Sem saber  que em poucos dias ensinam mais a amar e fazem mais pessoas sorrir.
Do que  qualquer  poeta um dia a de conseguir.


Autor: Alberto Correa de Matos

sábado, 24 de novembro de 2012

Anjinho.




Que falta me faz ouvir
A chuva cair.
Enquanto meus carinhos te fazem sorrir.
E o calor de meus braços te esquentam o coração sem ter que lhe iludir.

E como posso te dizer sem mentir.
Que não sinto sua falta aqui sempre a me seduzir.
Com poucos gestos que me permitiam ser feliz e sentir.
Como as horas que me castigam e torturam por não poder lhe ouvir.
Mas quis o tempo que você tivesse que partir.
Que você não voltasse pra mim
Pois todo amor um dia chega ao fim.
Já que um dia todo anjo volta pra Deus.
Pra nunca mais morrer na lembrança de quem hoje trilha os caminhos que um dia foram seus.


Autor:Alberto Correa de Matos

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Seria o Sol a resposta ?


Ainda não entendo
Por que eu fico correndo.
Se as pessoas a minha volta estão parando.

Parando de amar
Parando de se importar
Parando de se enxergar

Mas esta tudo bem ninguém tem defeitos.
Todos somos perfeitos.
Nunca erramos.
E com certeza não somos nós que matamos o futuro
Até por que esse já nasceu natimorto em um bueiro sem amparo.

Como é lindo quando dizemos com orgulho eu que fiz
Esquecendo das pessoas que te ensinaram isso com um giz
Sempre lhe incentivando e dando esperanças de ser feliz.


Não adianta agora nos lamentarmos.
Com o fim de nossos sonhos.
E com a esperança desaparecida.
Por entre os cartazes nas paredes da cidade anunciando que ela esta perdida.

Sei que um dia alguém vai reparar.
Quando tudo começar a desmoronar.
Que o sol vai voltar a brilhar.

Pois por enquanto é o único lugar.
Que os homens não foram capazes de corromper.
Pois seus pés imundos não puderam lhe tocar.
Já que com suas chamas todo seu dinheiro iria se perder.


Autor:Alberto Correa de Matos




quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Vagando





Sigo trilhando meus caminhos
Em uma rotina de desencontros
Sigo vagando
Sem saber o que estou buscando.

As vezes isso [e que me lembra que tenho que sorrir.
Pois a vida não me perdoara ,se perceberem que sou capaz de sentir .
Muito menos terá quem me diga pra levantar se eu cair.

A mas o mundo da voltas
E da rumo as palavras
E sentido as vidas
Então por que não deu sentido a minha ?
Já que minha alma segue sozinha.

Sou um cigano errante
Que vem de uma terra distante
De gente que precisa ser forte
Pois só reconhece na felicidade que leva aos outros sua própria sorte.

A Meu Deus olha pra mim
Não me deixe pro fim
Não me rengue ao destino do Beija flor
Que por mais que beije a flor
Nunca tem seu amor

Por favor me permita senhor
Encontrar um fim pra essa dor
Um significado pro dias e quem sabe um pouquinho de cor ?





segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Esse sou eu.




Sigo em ruas que perderam a cor
Em meio a pessoas pra quem não tenho valor.
Sou apenas mais um sínico namorador.
Que age como se fosse um impostor.
Mais um poeta que desacreditou do amor.

Me apontam o dedo e não ouço suas palavras.
Abafadas pela minha tempestade de magoas
As ruas inundam com a mentira e a corrupção
A minha bandeira queima caída ao chão.
Pois meu mundo se tornou um resumo de alguma novela na televisão.

Talvez alguns achem que sou louco
Pra outros eu talvez seja tão pouco
Mas nenhum deles entende como eu a solidão
Nenhum deles vê como aos poucos morre meu coração.
E como minha alma tá sem direção.

Hipócritas batem a minha porta
Com promessas
E pose de um falso messias.
A cada 4 anos me parecem pessoas conhecidas.
Que encenam se importar
com o jeito que tá e aonde vai dar ?
Quando sera que elas vão parar ?

Dezenas me magoaram já com sua ingratidão.
Mas meu sou maior e a eles dou o meu perdão.
Não escondo o quanto já chorei.
Palavras que disse e aquilo no que errei.
Mas mesmo sozinho e sem mascaras seguirei.
Pois quando bater o sol se por com a minha felicidade sonharei.


E assim eu sobrevivo
Das minhas esperanças cativo .
Do meus tormentos sendo escravizado pelos meus sentimentos.

Hoje se eu passar nenhum de vocês vai notar
Vão virar a cara e me ignorar.
Alguns vão rir e até apontar.

Mas a aqueles que se orgulham de me fazer chorar.
De me ignorar
E aos muitos que preferem apenas me julgar.

Por causa de vocês não vou mudar.
Sei que as vidas aonde eu passo as lagrimas param de rolar.
Que os sonhos vão se realizar.
Pois a aqueles que não podem ser felizes talvez nem se apaixonar.
Mas deixam tudo que lhes falta na vida que eles puderem tocar.

Autor:Alberto Correa de Matos

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Celiane


                               
É tarde pra se dizer como podemos gostar de alguém.
Quando essa pessoa e nossas palavras se perdem.
E sem motivo seus olhos e boca desaparecem.

Quando pelos cantos vazios
Procuramos seus sorrisos
E tentamos em vão , uma ultima vez sentir seus carinhos.

Quando só vemos ela por sonhos
E só o que restam  são os sentimentos
Que nos sufocam ao  lembrar dos momentos
Que hoje só existem por fotos.

Sei que não devo me apegar ao passado.
Mas é tão frio e escuro sem você do meu lado.
E fica tão pequeno meu mundo.
Que sem sua luz pra o guiar se transforma numa cometa que vaga perdido .
Sempre sem rumo e desenganado.

Queria que o tempo parasse
Se toda noite você voltasse
Queria que o vazio secasse
E  que você em mim tropeçasse .

Pra poder falar de amor
Pra sentir seu calor
Pra saudade partir junto com essa dor.

Nos lábios que sem motivo a vida fechou
Só pra poder pedir de volta o sorriso que ela me roubou.

domingo, 29 de julho de 2012

GENTE QUE SENTE!




As vezes o meu silêncio tem melodia.
As vezes as pessoas entram nos meus dias.
Mas sempre partem nas minhas noites.
Pois pra elas sou apenas um baú onde despejam suas tristezas.
E onde suas magoas se desfazem em partes.
Pra poderem sentir um novo dia.

Sei que minha vida é uma construção.
Sei que quem fundamenta ela sou eu e mas nenhum peão.
Sei que o que me acontece é culpa minha por ter um coração.
Sei que tudo é uma escolha minha inclusive minha solidão.
Só não entendo por que no fim sempre eu me torno o vilão.

Hoje me desfaço de meu passado.
Hoje meus demônios ficarão de lado.
Pois hoje decidir que todo meu mal e meus erros ficarão encerrados.
Junto de um baú enclausurados.

Não estou matando uma parte de mim.
Apenas admito que chegou a hora de um fim.
Pois quando cortina se abrir.
Quando me virem sorrir.
Nunca saberão a vontade que tive de partir.
Nunca saberão ou entenderão nada sobre as lagrimas que derramei por ti.

Pois só quem escolheu seguir em frente.
Sabe o preço que tem que pagar ,afinal ainda sou gente
Gente que sente.

Autor:Alberto Correa de Matos

domingo, 22 de julho de 2012

Meus motivos no inverno.




E num dia me dei conta como a vida era breve.
Quando meus passos sumiram de sobre a neve.
Quando o peso de minhas escolhas se tornou leve.

Quando os momentos de alegria e suas doces melodias.
Se tornaram sombrias
E minhas lembranças
Se revelaram gélidas.
Pois já sem tua companhia ,minhas emoções se tornaram frias.

Sei que a vida prega peças.
E que o sorrisos se tornam lagrimas.
Que amor que deixava as portas abertas.
Se torna no ódio que deixa portas e janelas fechadas
E nossas almas errantes desencontradas.


Talvez se a amizade morrer
você crie forças e não deixe mais que a vida lhe faça sofrer

Sei que talvez assim ao nos separarmos seja melhor
Pois comigo carregarei todo seu rancor.
E a medida que eu sumo no horizonte some comigo toda sua dor.

Pela manhã quando olhares a geada e a neve derretendo.
E fores de minha imagem esquecendo.
Mesmo que não pareça longe de ti estarei sofrendo.
Pois longe de você aos poucos sei que estou morrendo.

Autor:Alberto Correa de Matos

sábado, 7 de julho de 2012

Conto da estrela sem céu .


Quando um guerreiro surgiu do pó das matas.
E suas lagrimas inundaram as florestas

Ele viu a morte vencer.
Quando num sopro de infelicidade perdeu quem lhe ensinou a viver.
Junto da ultima flor de primavera partiu seu grande amor.
E toda alegria e cor de seus dias se transformaram nas sombras de sua dor.

Suas lagrimas inundavam o rios
A tristeza ecoava em seus gritos
Que faziam os pássaros velarem a bela em seus coros
E os lobos e cães em seus uivos
Viam todos animais as arvores se comoverem com essa dor ao perderem seus frutos.

Numa noite em comoção
Os deuses ouviram o guerreiro e seu coração
e no meio de tanta escuridão
surgiu ao longe um clarão.

O sorriso que a lua despertou
fez o coro parar e toda mata se calar
pois no meio das nuvens a bela despertou
e seu amor novamente se pós a lhe chamar.

Quando o Deus o fez perceber que um amor de verdade
Dura pra toda eternidade
Pois quem aprende a amar
Aprende a perder pois nunca deixa de lembrar
Aprende a lembrar pois sabe onde apesar da distancia se encontrar
Quem a gente realmente aprendeu a amar.
Afinal é esse o motivo pra gente sonhar.
Amar.

Toda estrela tem um céu pra duas almas apaixonadas guiar.
Todo amor tem um dia pra essas mesmas duas almas se separar.
Mas o amor entre elas nunca tem um dia ou noite pra terminar.
Assim como a minha estrela fica no peito onde por toda eternidade poderá brilhar.


Autor:Alberto correa de matos


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Vidinha.



È como se num sopro de estrelas
Seguindo se na calda dos cometas
Com destino a terra nasceria um flor
Uma flor que ninguém jamais definiu com adjetivos tamanho seu esplendor.

Tão única e especial
tão essencial
Que Deus assim quis que se chamasse vidinha
Pois nele repousaria um pedacinho do segredo de sua maior;
obra prima a vida e em seu sorriso sua essência o amor .


Autor:Alberto Correa de Matos.

sábado, 26 de maio de 2012

A canção de um só amor.


As palavras podem traduzir os momentos
Mas jamais as emoções e os sentimentos
As lagrimas podem abafar a dor
Mas nunca apagar as cicatrizes e o rancor
Já os sorrisos esses sim podem mudar o mundo e todas suas cores
Esses sim não tem contra indicações
E devem ser dadas sem do nem piedade
Por que o que mundo precisa é de alegria e felicidade
Não de rancor e maldade.

A se meu coração fosse um doutor
E se todas as vidas tivessem uma só cor
Eu tingiria o mundo de simplicidade
E as pessoas teriam o sobrenome de felicidade.

Se o mundo tivesse uma só cor
O mundo seria uma só nação
Não uma só opinião
Todos seriam seu irmão
Mas como não posso fazer isso já me basta tingir seu coração
com muito carinho e paixão.
Pois se eu tivesse que te definir em uma canção
Seria qualquer uma sobre amor
Qualquer uma que ao invés de falar de dor
Me desmanche em teus olhos
E me deixe escorrer ate sua alma
Sempre tão serena e calma
Sempre uma só cor
Qualquer uma que não rime com dor.

Autor: Alberto Correa de Matos

sábado, 19 de maio de 2012

Perdão.




As vezes eu queria pedir a você perdão.
Mas sei que fazendo isso meu sacrifício poderia ser em vão.
Não me arrependo de trocar nossa amizade por sua felicidade.
Apenas de dizer coisas com tanta intensidade.
Que sei lhe magoaram de verdade.

As palavras talvez nunca mais serão apagadas
As boas lembranças...
Essas se perdem no passado
Momentos que ao seu lado
Fizeram esse mundo acinzentado
Ser mais colorido.
Com certeza encantado.

Sei que o tempo vai te fazer me esquecer
Sei que os destino terá algo muito melhor pra você
Algo que você jamais suspeitou merecer.
Mais eu sempre soube que se alguém merecia esse alguém era você.

Hoje sigo em frente e você também
Hoje pra você não sou ninguém

Não reclamo nem te culpo pois meus erros eu assumo
Apenas lhe agradeço por ter mudado meu mundo
E hoje junto do luar dos teus sonhos eu sumo
Pois meu amor não tem fronteiras e por você sempre zelara mudo.

autor: Alberto Correa de Matos

domingo, 29 de abril de 2012

Inverno e o meu coração


Perdoe-me coração por ter deixado a saudade contigo ai no peito.
É que quando o amor saiu de dentro dele ficou vazio tão aberto.
Ainda mais depois de não ter quem queria perto.

A coração deixa a saudade ate o fim do inverno.
Se aquece nas lembranças que deixou em meu rosto o sorriso de menino.
Aproveita isso enquanto é inverno e junta cada pedacinho.
Vai colando e ajeitando um cantinho.
Pois quem sabe na primavera acontece que nem com os passarinhos.
O amor retorna pra junto da gente e enfeita nosso ninho ?

Autor:Alberto Correa de Matos

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Atitudes e as pessoas.


Quando necessitam de palavras doces.
As pessoas não lhe cobram por suas próprias atitudes.
Elas as sentem em suas ações.

Num gesto de carinho.
Num abraço envergonhado meio escondidinho.
De quem tenta amenizar as catástrofes desse mundinho.
Que Você criou pra seguir em seu caminho.

As vezes esquecemo que atitudes .
São mais que ações.
Que pra terem valor tem de brotar de nossas emoções.

Que não podemos.
Nem devemos.
Esconder nossos sentimentos.
Mas infelizmente nesse mundo de meninos engravatados.
E meninas de corações vazios.
Sentimentos são brinquedos
E corações vidros despeçados.

Quem sabe um dia
As pessoas vivam com mais alegria
e menos desculpas pra serem feliz e humanas.
E não como copias de suas maquinas.

Pois as maquinas não mentem.
E como muitos dos homens são programadas e por trás de suas verdade se escondem.
Afinal robôs não sentem.
E tal como seus computadores quando não querem.
Simplesmente não entendem.





Autor : Alberto Correa de Matos

quinta-feira, 5 de abril de 2012

A evolução.

Quando o encanto pelo seu passado desapareceu.
Alguma coisa dentro de você reapareceu.
A alegria que exuberante surgia no fundo daquele olhar
Que havia a tantas luas sem motivos parado de brilhar.
A voz que desafinava em tom de tempestade quando nublados seus olhos se derramavam até soluçar.

É alguma coisa mudou.
Na postura de quem por anos se curvou.
As pernas que antes tímidas se arrastavam.
Hoje exuberantes se mostravam.
Enquanto sobre a nuvem caminhavam.
Sobre o Céu saltitavam.
Sobre o colo de minha alma repousavam.

Tinha Razão
Quando aprendeu que sem perdão
Não a sentido em dizer que se tem um coração.

Coração ? músculo que bombeia seu sangue no peito ?
Ou morada de Deus dentro do homem feito dos mais puros sentimentos.
O amor responsável pelas maiores revoluções ou o arquiteto e mentor dos grandes feitos ?

É como você cresceu.
Como você evoluiu
Como você se humanizou
Como em toda sua liberdade
Tolamente se escraviza de novo em sua falsa moralidade.
Minha querida humanidade.

Autor: Alberto Correa de Matos

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Meu coração se perdeu.

Quando a janela se abriu.
Meu coração se perdeu.
Quando a porta se fechou.
Um pedaço meu morreu.

Sera que essas Perguntas o tempo vai ter coragem me responder ?
Enquanto os sentimentos se encarregam de se esconder.



Eu não entendo até agora porque não posso falar ?
Por que me proibiu de de te abraçar ?
Sera que é um crime tão grande eu te amar ?
Desculpe se tu que fiz pra te afasta ; foi me apaixonar.


Minha alma teima em te procurar.
Minha calma insiste em me deixar
Essa dor é mais forte do que eu podia imaginar.

A Solidão construiu um castelo em meu peito
E a falta do seu sorriso que abre as portas dessa dor a todo momento.
De ter que ignorar o que sinto.
Me curvando como o calor de um deserto.


Agora que a vida me diz.
Que com você não posso ser feliz.
Arrancando meu sorriso pela raiz.
Enterrando tudo aquilo que eu a tempos quis .


Sigo eu em meio a meu jardim todo seco e despetalado.
Em meio as vertentes de lagrimas que me sufocam de todo lado.
Vejo meu sonho de te ter se acabando.
Enquanto pouco a pouco sua sombra cai do meu lado.


Então não me cobre o que te falei
Pois você sabe o quanto eu te amei

você ignorou o que eu confessei sentir
pois você nem vai liga o dia que eu partir

Mas antes de se irritar e quando ler isso querer brigar.
Não me tire o direito de me libertar
de pode falar e gritar
toda frustração de não pode te segurar
e de toda dor que ontem eu senti.


by alberto