Estrelas...
Por que abandonaram minhas palavras.
Sobre o vento como se fossem brisas.
De uma paixão sufocada por suas ondas marítimas.
Fragatas...
Por que atolaram na solidão das minhas lágrimas.
Piratas e suas malditas bandeiras rasgadas.
A margem das minhas meias verdades traiçoeiras.
Pérolas ...
Que amaldiçoaram minhas palavras.
Toda vez que
refletiram suas gargalhadas.
Sobre meu coração putrefato de suas mentiras.
Anjos...
Obrigado por me carregarem em seus braços.
Quando estouraram as bolhas dos meus sonhos.
E me vi jogado no lodo ao lado dos porcos.
Autor: Alberto Correa de Matos
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