Mais uma vez a
solidão.
Me devora com sua
imensidão.
Sufocando as poucas
alegrias que resistiam em meu coração.
Suas ondas de
desolação.
São um poema de
destruição.
Varrendo as praias
da minha dedicação.
Sua mare de
escuridão.
Me afastou do
carinho da sua mão.
Roubando o seu
último sorriso, do que ainda restava da minha visão.
Recordação.
Da primavera que
você se tornou na minha evolução.
Diante da vida e
toda essas faces estranhas na multidão.
Mas infelizmente
voltei a mergulhar na solidão.
Sem forças para
mudar o resultado dessa situação.
Apenas posso
observar calado outros ocuparem seu coração.
Enquanto essa
correnteza me leva em outra direção.
Pra longe do brilho
dos seus olhos a mil milhas submarinas de desolação.
Autor: Alberto
Correa de Matos
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