sábado, 14 de setembro de 2013

Caminhos fechados.



Trilho caminhos.
Onde jazem sonhos.
E onde se desencontram os  destinos.

Caminhos sombrios.
De dores e nomes de heróis já esquecidos.
Que somente em seus mitos serão lembrados.
Nas lapides de seus projetos fracassados.

Sigo procurando  meus significados.
Entre as trevas dos monumentos.
E os amores em destroços.
Desses dias frios e nunca terminados.

Tenebrosos os relâmpagos.
Que iluminam meus passos.
Apenas são testemunhas desses corpos já cansados.
Agora sobre os pastos da despedida reinam absolutos e destronados.


Autor: Alberto Correa de Matos

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