domingo, 8 de setembro de 2013

Luzes escuras.


Às vezes as luzes não se apagam.
Quando os olhos se fecham.
E os caminhos se separam.

Às vezes se tornam estrelas.
Que vagam entre sonhos e promessas.
Sem notarem que já estão apagadas.

São carinhos e sorrisos.
Que se completam sozinhos
Sem notarem os obstáculos dos caminhos.

Corações que sozinhos.
Um dia foram amigos.
E algum dia pela vida serão unidos.

Mesmo que sem notarem as barreiras.
E secarem as lagrimas.
Um dia serão em vez de duas almas.
Um só coração dando força a duas vidas.


Autor:Alberto Correa de Matos

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