Quem diria que seria tão estranho.
Acreditar, sem ter um sonho.
Que me desenhe um caminho.
Sozinho.
Arte.
Nessas nuvens, me carregam por toda parte.
Sempre entregues a própria sorte.
Chovendo num poema, que ninguém notara que existe.
Fingindo que seduziriam a rua.
Com reflexos de quem seria sua.
Admiradora inerte de todas as noites nua.
Lua.
Banco.
Como é ser o palco?
De tantas fotografias em branco.
Pois nelas aparecem os
sorrisos, mas o amor é opaco.
Autor: Alberto Correa de Matos
Nenhum comentário:
Postar um comentário