A grande mentira nesse enredo.
É acreditar num suposto segredo.
Por de trás de um olhar disfarçado.
De um coração que se engana não sentir medo.
Escondido em um pedaço de papel pardo.
Uma Ilusão de um sonho mal compreendido.
E pelo som das suas lagrimas abafado.
E que nesse silêncio sozinho, dança pelas ruas desolado.
Sem perceber que por uma antiga cantiga é coroado.
Seguindo um rastro de esperança desencorajado.
Pra disfarçar a dor de ter sido condenado.
A uma existência sem qualquer
estrela do seu lado.
Pobre sábio na sarjeta adormeceu amaldiçoado.
Tropeço sobre as mesmas ilusões que no passado.
Pelo menos até o
próximo marinheiro ser esquecido.
O fizeram se sentir abençoado.
Autor:Alberto Correa de Matos
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