Diga-me através dessas nuvens o sentido.
De ainda sonhar acordado.
Só recordo de pessoas sem rosto que passam ao seu lado.
Diante de uma ponte que me esconde no passado.
Explique-me como é vagar pela estrada.
Sem ninguém que entenda sua caminhada.
E muito menos um coração aonde repouse o peso da sua
jornada.
Até sua sombra parece diante do percurso, desencorajada.
Mas um dia sem toda aquela solidão.
Parou de pesar dentro
do coração.
Apenas me diga que finalmente encontrou abrigo numa paixão.
E não me conte como encontrou nela sua razão!
Espero que hoje chore de felicidade.
E que a ponte não tenha sumido de sua realidade.
Pois o passado, já não tornará a ser uma metade.
Pois todo sofrimento se curvou diante da sua bondade.
Autor: Alberto Correa de Matos
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