De joelhos esperando chover pão.
Implorando que as enchentes só abalem a inflação
Que engorda com os sonhos do dragão.
Adormecido na ignorância da multidão.
Os vermes brotando
chão.
Aplaudidos por zumbis de 90 minutos sem direção.
Amantes de uma bola sem qualquer condição.
De dar a uma criança qualquer tipo de educação.
Descansam céticos na
boca do leão.
Seu dinheiro embalsamando a destruição.
De tudo que restava da nação.
Pois cada alma perdida é uma bala num canhão.
Saúdo os ignorantes.
Que caminham felizes.
Aos braços de seus algozes.
Carregando uma conta do enterro de seus próprios amores.
Autor: Alberto Correa de matos
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