segunda-feira, 26 de maio de 2014

Fernanda



Sempre que racionalizar com o seu intelecto.
Por favor, não recrimine as linhas do meu afeto.
O amor que te ofereço semi-poético do meu peito.
Tímido e sem qualquer jeito.

Preste atenção!
Não sou o mestre que veleja em teu coração.
Sou apenas uma linha num horizonte, rendado de emoção.
Remando junto do cinismo da tua desconsideração.

Pega uma carona na jangada que embala no ritmo da canção.
Das palavras que tocam na imaginação.
Das lavadeiras a beira do riachão.
Lavando com suas lágrimas qualquer decepção.

E no fim dessa jornada mágica.
Em direção a essa lua branca.
Que na tua alegria se esconde opaca.
Diante  dessa sinfonia interrompida pelo apito da barca.


Autor: Alberto Correa de matos

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