Sem raiz.
Sento na porta da matriz.
Escrevendo com uma barra de giz.
Falsas suposições de como é ser feliz.
Sem paixão.
Meu pobre coração.
Confundiu o cimento seco da sua razão.
Com as cores torpes do mar em sua imensidão.
Sem direito.
De desaguar a dor no peito.
Pois ninguém nota a sombra que esta por perto.
De quem precisa Fingir ser um herói há todo momento.
Sem paredes.
Desmembradas em muitas partes.
Para que escondam as verdades.
Ocultas aos olhos das almas dos viajantes.
Autor: Alberto Correa de Matos
Nenhum comentário:
Postar um comentário