Tudo bem não existem mais tempestades.
Seu olhar removeu do meu céu todos os trovões.
Para tatuar no meu peito essas flores.
Que tornam meus dias muito mais felizes.
Tudo bem se não restarem ventanias.
Para varrer de dentro de mim as cinzas.
Daquelas cicatrizes de outras primaveras passadas.
Seu sorriso é a brisa que veio me cura dessas feridas.
Tudo bem se o meu luar tiver muitas fases.
Preciso de um motivo para fazer as pazes.
Com o meu passado e na ressaca daquelas paixões.
Seus lábios serão os mares aonde quero afogar minhas
decepções.
Tudo bem se as nuvens forem cinzas e arredias.
O sol que ilumina e da vida aos meus dias.
Fica a distância de algumas palavras improvisadas.
Para esconder como quero dividir com ela minhas alegrias.
Autor: Alberto Correa de Matos
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