domingo, 13 de novembro de 2016

Ventos da desolação

Tanto tempo quebrando as pedras do caminho.
Esperando por alguém que me tirasse do meu mundinho.
Ate meu coração se machucar sozinho.
Por não saber como receber seu carinho.

Surgem então as nuvens do medo.
Roubando você do meu mundo.
Só me restando velejar desenganado.
Enquanto meus sonhos vão se afogando.

As estrelas do meu céu estão desabando.
Enquanto essa aflição que vem me dominando.
Me deixa como um veleiro abandonado.
Em mágoas e desilusões ancorado.

Por que precisa ser sempre assim ?
Por que não posso ter essa  estrela para mim.
Sempre perdendo as rosas de que sou afim.
Sempre repetindo uma mesma história sem fim.

Autor: Alberto Correa de Matos









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